
Nessa semana (14/08/09) foi realizado o I Workshop de Exportação de Software de Maringá. Esse movimento tem o objetivo de sensibilizar e articular o setor para ações de exportação de software.
Os palestrantes do Workshop de Exportação, realizado na Acim, foram Ana Lúcia Roth, Gerente do Programa de Associativismo Empresarial SOFTEX (Sociedade para Promoção da Excelência do Software Brasileiro); Izoulet Cortes, consultor regional do Brazil It, e Austregésilo Gonçalves, gerente da SOFTEX. Também participaram Maria Tereza Anastácio e Gerson Pozzi, representantes do Cits – Centro Internacional de Tecnologia de Software, instituição que é Agente Softex no estado.
Alguns dados divulgados ontem durante o Workshop de Exportação de Software mostraram que Maringá está certa ao investir em ações visando o mercado internacional. Segundo dados da Softex – Sociedade Brasileira para a Promoção da Exportação de Software, do governo federal, o mercado de TI do país ocupa a décima segunda posição no ranking de empresas do setor no mundo.
O principal motivo para eu estar articulando esse movimento via Software by Maringá é por acreditar no potencial de exportação de várias empresas Maringaenses, inclusive a DB1. Tenho certeza que muito empresário já não está exportando porque o limite territorial está na cabeça do próprio empresário.
Acredito que o a mesmo que uma empresa não exporte, será necessário se preparar para exportar, pois cada vez mais os competidores serão globais e as empresas que não estiverem preparadas para competirem globalmente não estarão preparadas para defender seu próprio território.
O movimento em bloco de empresas passa a ser fundamental para o cenário de exportação, como forma de imprimir velocidade as ações e ganho de escala. Por isso a necessidade de sensibilizar as empresas para que várias busquem essa iniciativa.
Hoje via Softex/Apex é possível conseguir recursos governamentais para manter ações comerciais fora do País a custos subsidiados, o que facilita o movimento. Isso ocorre porque o Governo Lula, estabeleceu como área prioritária o setor de tecnologia de informação. É importante que o empresáriado aproveite esse momento.
Outro fator importante é que os mercados estão procurando uma alternativa a "India", maior fornecedor global de serviços de T.I. E o Brasil está sendo considerado uma alternativa muito interessante. E se o Brasil, pode ser a bola da vez... porque não o Paraná? Porque não Maringá?
Vamos perder a mania de pensar pequenos, aproveitar o momento e levar as soluções maringaenses para o mundo! Temos pontencial e condições para isso!
"Maringá: Capital do Software!"
By: Ilson Rezende

Nenhum comentário:
Postar um comentário